Sobre a necessidade de abrir espaço em nós para explorar novas possibilidades e desafiar o status quo, quando este demonstra ser insustentável.

Sobre a necessidade de abrir espaço em nós para explorar novas possibilidades e desafiar o status quo, quando este demonstra ser insustentável.

Sobre a importância de manifestarmos quem realmente somos.

Existem duas boas notícias relativamente à transformação pessoal. A primeira: é possível! A segunda: é preciso coragem! Por que é que isso é uma boa notícia? Porque o que conquistamos pela coragem (cor – agem: agir pelo coração) enobrece-nos.
Um dos momentos de coragem no processo de transformação é quando a transformação acontece! Os velhos padrões diluem-se e a pessoa sente um estranho vazio. “Não sei quem sou!”. Não se trata de desnorte, de carência ou de passividade. Pelo contrário: esse é um vazio cheio de possibilidades, a partir do qual um novo eu emerge. E a coragem permite abraçar esse desconhecido.

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O que é o estado de fluxo? Para mim, é estar atenta ao que se manifesta em mim a cada momento e dar a resposta adequada. Mas para compreender este conceito é preciso fazer algumas distinções.
Em geral, o que conhecemos é a alternância entre atividade e passividade, mas fluxo é algo distinto. Estamos em “atividade” quando dizemos: “eu faço acontecer” ou “eu tenho de dar resposta”. E entramos em “passividade” quando nos cansamos do esforço da atividade e nos deixamos levar na onda, ficamos apáticos, dizemos: “eu não quero saber”.

Nesta dualidade de atividade / passividade, a nossa atenção está agarrada a estímulos externos ou internos. Em ambas as polaridades, a atenção está passiva, é mecânica, está identificada com os eventos.
Em contrapartida, no estado de fluxo, a atenção está ativa. É dotada de uma “força” que lhe permite estar presente com aquilo que se manifesta a cada momento. Somos capazes de “notar o que estamos a notar“. Há uma separação interior.

Nesse estado de fluxo, a atenção é ativa e a ação é passiva. A ação é passiva porque a pessoa “obedece”: em vez de pensar no que deve fazer, limita-se a dar a resposta justa ao que a atenção está a captar. E mantendo a atenção ativa, a pessoa segue passivamente o fluxo.
Tens alguma dúvida, insight ou experiência do que é estar em fluxo? Partilha-o nos comentários!
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A expansão do verão convida a férias. Isso nutre-nos de calor, relaxamento e energia… e pode inspirar-nos a explorar novas possibilidades.

Eu explorei o desenho! 🙂
Uma folha de flipchart em branco, na parede, falou comigo. Tinha o impulso de escrever uma mensagem. O que é que vou escrever? Não sei. Confiei. Peguei na caneta e deixei a mão fluir. E a mão flui. Uma caneta, a seguir à outra, e aqueles pastéis ali também! O que é isto que estás a desenhar? Não sei. Continua. Uhm, este espaço em branco está a pedir que se escreva algo ali. Mas o quê? Ah, aquela frase do medo! Essa frase?! Mas isso é um lugar comum… Escrevi na mesma.
No final fiquei sorridente a olhar para o desenho, que parece retratar a realidade de algum outro planeta, bastante colorido. Para quem odiava artes, não está mal!
Para minha surpresa, esta imagem foi impactante para algumas pessoas que a viram. Era a mensagem que estavam a precisar nesse momento. Percebi que ao respeitar o impulso que surgira em mim captei algo alinhado com o fluxo da vida, que estava agora a chegar aos seus destinatários.
E contigo… que novas possibilidades estão a querer fluir através de ti?
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Estou bastante mais centrada e alinhada, com mais silêncio interno, mais aberta e conectada com tudo o que me rodeia, mais atenta, mais serena.
Cada proposta feita durante o banho é como uma peça de um puzzle que se vai completando, levando-nos a uma experiência final. A soma de cada proposta é valiosa e todas tiveram muito sentido, encadeando-se graciosamente.
Participante num banho de floresta, Carmões, 25 de Agosto de 2019

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Crónica de um evento: “eu quero: RELAXAR – banho de floresta”
Se estamos acelerados, ansiosos ou preocupados, transportamos esse estado para onde vamos. Não basta estar na natureza, é preciso saber como desacelerar e abrir-nos ao aqui & agora.
“Como sempre, o desafio é silenciar a mente e permitir o fluxo da vida.”
Quando isso é alcançado a experiência é muito marcante, porque nos relembra o nosso estado natural mas do qual andamos desconectados.
Suave e delicadamente fui (fomos) sendo convidados a ver – ouvir – cheirar… a mergulhar nos diversos elementos e em mim.
É uma experiência maravilhosa. É uma libertação e uma abertura de consciência. É um recarregar de energia. Profundamente nutridor.
Participante num banho de floresta, lisboa, 28 de Julho 2019

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Crónica de um evento: “eu quero: RELAXAR – banho de floresta”
Na cerimónia de fecho, como forma de agradecimento, alguém ofereceu à floresta três frutos secos esfarelados… e as formigas organizaram-se em equipa para receber o presente!
No deslumbre de as observar tivemos uma experiência do que é a grande teia da vida!
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Crónica de uma sessão individual: “eu quero: PROCESSAR”
O processo da cliente começou suavemente, pelo constatar de uma resistência à rotina de trabalho. Fomos mais fundo e encontramos um conflito interno. “É preciso ser-se produtivo, ser-se útil” versus “Eu gosto é de deambular por aí, livremente.”
Exploramos mais, encarnando cada uma dessas partes. Até que algo belo aconteceu. Quando a pessoa se permitiu vivenciar o deambular, entrar nessa experiência com todo o seu ser, sem limites ou julgamentos, encontrou uma manifestação da sua essência: o estar em total comunhão com a vida, num tempo sem tempo.
Nas palavras da própria pessoa, a sua visão do “deambular” deixou de ser algo julgado para ser algo sagrado.
Achas que este tipo de trabalho pode ser útil para ti? Agenda a tua sessão!